Alfabetize seus filhos em casaAprenda o método fônico e alfabetize seus filhos em casa com a vantagem que nenhuma professora do mundo consegue ter: você sabe exatamente quem é o aluno sentado ao seu lado.
Você não precisa de faculdade. Precisa do método certo na mão e de quinze minutos por dia. São 52 aulas, do primeiro som até a primeira frase lida em voz alta, com todo o material pronto para imprimir.
Você sabe qual choro é fome e qual é sono. Sabe o que ele faz quando está com vergonha, o que ele diz quando está mentindo, e percebe rapidamente quando ele acorda sem paciência.
Quem ensinou o seu filho a comer e a falar? Foi você ou uma fonoaudióloga formada?
Quem ensinou o seu filho a entender o que sente, a tratar bem as pessoas, a amarrar o tênis, abotoar a camisa, a atravessar a rua e cuidar do que é dele e dos outros?
Foi você e não uma pedagoga.
Você fez tudo isso sem curso superior, pois começou a aprender no dia em que ele nasceu, e nunca mais parou.
Agora chegou a hora de ler e escrever. E é aqui que muita mãe não se sente capaz: “não sou professora, quem sou eu para alfabetizar?”
Se você já pensou assim, aqui é o seu lugar.

ele é UM entre vinte e cinco
Uma boa professora estudou anos para saber alfabetizar.
Ela conhece as etapas, a ordem e as regras da língua.
Mas ela tem uma sala com vinte e cinco crianças, e cada uma chega com um ritmo, uma dificuldade, um medo e um jeito diferente de aprender.
Se ela dedicasse só cinco minutos por dia a cada criança, já seriam duas horas de aula individual, e o dia de aula inteiro tem quatro horas.
A conta não fecha, por melhor que ela seja.
Ela nunca vai saber que o seu filho fica travado quando percebe que errou na frente dos outros.
Nunca vai saber que ele lê melhor logo depois do lanche, que precisa se mexer para pensar ou que desiste na quinta sílaba do dia.
Ela não tem como saber, porque ele é UM entre vinte e cinco.
Você sabe tudo isso sem precisar perguntar para ninguém.
Alfabetizar exige dois conhecimentos.
que som ensinar primeiro, em que ordem, com qual material, quando avançar e quando voltar um degrau.
A professora chega com o primeiro (o método) e precisa descobrir o segundo (o aluno) em meses, com vinte e cinco ao mesmo tempo.
como ela aprende, o que a motiva, onde ela escorrega e quanto tempo aguenta ficar focada no aprendizado.
Você já chega com o segundo (o seu filho), construído durante anos.
Falta só a primeira metade.
E essa primeira se aprende de forma prática e eficaz, sem ficar mais de quatro anos na faculdade.
Alfabetilar é exatamente o “meio” que você precisa para completar a primeira metade de uma alfabetização de sucesso.
Aqui temos o método fônico destrinchado para quem não é pedagoga: a ordem certa das etapas, cada passo mostrado em vídeo e todo o material já pronto para imprimir
Os dados mais recentes sobre leitura no Brasil mostram que o problema continua enorme.
Esses números mostram um limite do sistema: escola, professora e diploma, sozinhos, não garantem que a criança aprenda a ler. O país tem escolas em todo canto e faculdades formando professores há décadas, e mesmo assim o nível proficiente quase não saiu do lugar. Até entre os alunos de maior renda, 26% não chegam ao nível mínimo de leitura no Pisa.
Por trás de cada percentual existe uma criança.
Você não quer que a próxima seja o seu filho.




Existe um caminho para ele ficar fora dessa estatística: assumir a alfabetização dele.
Isso significa aprender o método com maior respaldo da ciência da leitura e aplicá-lo em casa, todos os dias, no ritmo dele.
E quem melhor pode fazer isso é a mãe comprometida que conhece o filho de verdade.
Com o método na mão, você tem o mesmo que a professora tem, mas ainda possui a vantagem de ser a pessoa que mais se importa com o seu filho, além de conhecer cada particularidade dele.
Você percebe o primeiro tropeço na primeira semana, ajusta no mesmo dia e volta um degrau sem ter constrangimento. Esse acompanhamento de perto, que nenhuma sala cheia consegue dar a cada criança, o Alfabetilar coloca nas suas mãos.
O método certo na mão de quem mais conhece a criança
Você foi alfabetizada juntando sílabas:
cartilha, palavra decorada. B de Bola, C de Casa, D de Dado.
Funcionou com algumas pessoas, com certeza.
Mas, com muita gente também não funcionou: uma em cada três crianças termina o 2º ano sem saber ler, e o PISA divulgado neste ano mostra que metade dos adolescentes brasileiros não alcança o nível básico de leitura aos 15 anos.
A ciência da leitura já apontou o caminho, o mesmo dos países que lideram os rankings.
Esse é o método fônico, o mais estudado do mundo.
Ele tem uma característica que combina com a mãe: é claro do começo ao fim.
Cada passo tem uma ordem, um material e um objetivo claro.
Ninguém precisa adivinhar nada. Por isso, uma mãe que aprende a sequência consegue conduzir, e por isso ela conduz melhor que ninguém: ela sabe o momento de avançar e o momento de voltar um degrau, porque está olhando para o rosto do filho.

Ao assistir as primeiras aulas você entende exatamente o passo a passo e pode começar no mesmo dia com o que tem em casa e os materiais do curso.
Ainda não tem leitura nenhuma. É palma, jogos, massinha, cantiga e brincadeira de ouvido, e é aqui que a alfabetização de verdade começa.
Você é a mãe que já começou.
Um som por vez, no ritmo da criança, com as atividades impressas de cada letra na mesa.
Você é a mãe que sabe o que ensinar hoje e amanhã.
Seus filhos param de soletrar e aprendem a emendar os sons. É o dia que você vai lembrar pelo resto da vida, e você vai estar na cadeira do lado.
Você é a mãe que ensinou a ler.
A leitura fica fluente, a mão aprende a letra cursiva, e você já sabe qual é o próximo passo da escola em casa.
Você é a mãe que não vai mais precisar duvidar, você já conseguiu, seu filho já lê e escreve!
6 módulos · 52 aulas em vídeo · todo o material impresso · a comunidade com o professor
Onde você descobre o primeiro passo e para de adiar. O mapa do caminho inteiro, a rotina da semana e a história da Aurora, que leu aos quatro anos e meio na mesa da cozinha.
A ciência da leitura explicada em aulas de 10 minutos: a história da alfabetização no Brasil, o que é alfabetizar, por que o método fônico é o mais estudado do mundo, por que o método global falha e como o fônico protege até a criança com uma dificuldade ainda sem diagnóstico. Aqui você para de comparar métodos e confia no que tem na mão.
A fase que quase todo mundo pula, e que é justamente a que decide se a criança vai ler bem. Uma sequência lógica de exercícios e atividades que trabalham os sons, rimas, frases, sílabas e fonemas — com massinha, materiais lúdicos, palma de mão e muita leitura. Você começa hoje à tarde sem precisar comprar nada.
Uma micro aula de 3 a 6 minutos para cada letra e seus fonemas, todas no mesmo protocolo: o nome, as 4 formas de escrever, o som, as palavras que começam com ele e o que fazer durante a semana.
A virada do curso: emendar em vez de soletrar. É o módulo da primeira sílaba, da primeira palavra e da primeira frase lida em voz alta — "A ave voa". O Arthur entra com a regra da língua (encontros vocálicos, C e G, H mudo, dígrafos, sílabas complexas) e a Yasmin mostra, na câmera, como se ensina cada uma delas. Termina em fluência: velocidade, precisão e entonação, sem criar aversão à leitura.
Começa antes do lápis: pinça, pegador, massinha, tesoura. Depois o traçado verbalizado, que é o que resolve o b e o d trocados, e o cuidado com quem escreve com a mão esquerda. Termina no ditado, som por som. Seus filhos passam a escrever o que ouvem.
O material principal que acompanha toda a alfabetização infantil, das vogais até os dígrafos. Conta com mais de 300 páginas organizadas na ordem cronológica do método fônico.
Para imprimir, recortar e usar no mesmo dia.
Uma ficha para trabalhar cada som do alfabeto!
Todos os dígrafos da língua portuguesa reunidos em flashcards para você trabalhar de forma fácil seus sons e a memorização.
Um conjunto de fichas prontas para a primeira leitura.
Uma curadoria com mais de 30 poemas, cantigas e parlendas para trabalhar a consciência fonológica e memorização na alfabetização.
Do bastão à cursiva, um currículo inteiro, incluso.
Fichas para imprimir e praticar o traçado das letras com setas e pontilhados, desenvolvendo coordenação motora e escrita cursiva.
O que vale a pena comprar e onde, para você não gastar com o que não serve.
Ao entrar no Alfabetilar, você entra também numa comunidade, com várias mães fazendo o mesmo caminho que você, com as mesmas dúvidas, na mesma semana.
Se fosse em uma escola comum, você não teria esse apoio. Você teria uma única professora para conversar, quando sobra tempo para ela, e o grupo de mães da escola, onde o assunto quase nunca é alfabetização e muitas vezes vira reclamação e confusão.
Aqui é diferente. Todas as mães do grupo estão fazendo a mesma coisa que você: alfabetizando os próprios filhos. Você conta o que funcionou, pergunta o que fazer quando ele trava numa letra, descobre como outra mãe resolveu o B e o D trocados, compara materiais e ritmos.
Acompanhando o grupo está o professor Arthur Leite, o professor de português dos meus filhos. Quando surge uma palavra que não obedece à regra, o som que você não sabe explicar, a letra que tem dois sons, você pergunta diretamente para ele.
Você não precisa acertar tudo sozinha. Aqui, temos um grupo inteiro caminhando na mesma direção.
Quando surgir uma palavra que não obedece à regra, o som que você não sabe explicar, a letra que tem dois sons: você manda a pergunta no grupo e o Arthur responde.
Ele dá aula para os meus filhos, e agora vai estar por perto para os seus também.
Você nunca vai precisar adivinhar se está ensinando certo. Tem um professor de verdade do outro lado do WhatsApp.










Sete materiais, 52 aulas e um professor sempre à disposição.
Você nunca mais vai procurar na internet o que fazer amanhã.
Você nunca mais vai depender do calendário de ninguém para saber se seus filhos estão indo bem.
Você nunca mais vai ficar sem resposta quando alguém, no almoço de domingo, perguntar se não é cedo demais.
E nunca mais vai ter medo de estar estragando alguma coisa.
Seus filhos vão ler a placa na rua, o nome do sorvete, o bilhete que você deixou na porta da geladeira.
Vão pegar um livro sozinhos, sem você pedir.
E vão saber ler porque você ensinou: na sua mesa, com a sua voz, no seu tempo.
Quando vier o próximo filho, você já vai saber tudo o que precisa.
Ela conhece o método, e isso vale muito. Só que ela divide o tempo com vinte e cinco crianças e não tem como conhecer cada uma a fundo. Você tem uma criança ao seu lado, todos os dias, e já sabe como ela aprende. Quando você junta as duas coisas, método e conhecimento do filho, a sua vantagem é grande. O Alfabetilar é justamente a parte do método.
Não. É isso que o curso te ensina primeiro. São 27 aulas curtas, uma para cada letra, com o professor Arthur mostrando o som, a boca e o que fazer na semana. Você aprende junto e já aplica na mesma semana.
O curso foi pensado para isso. As atividades são curtas, em forma de brincadeira, e você usa o que já conhece dele para escolher a hora certa e o jeito certo de começar. Muita mãe descobre que a dificuldade estava no método, e não na relação.
O curso é feito para dois tipos de crianças: aquelas que ainda não sabem ler ou aquelas que estão com dificuldades na leitura e escrita. Portanto, a partir de 3 anos a 8 anos de idade. Este curso abrange toda a fase de alfabetização.
Não passou. O caminho é o mesmo, e a criança mais velha costuma andar mais rápido. Quem aprende a ler aos 9 lê pelo resto da vida. O que não dá é continuar esperando.
O método fônico é muito indicado para crianças com dificuldades de leitura, porque é explícito: não espera a criança adivinhar, ensina cada som. Muitas mães de crianças atípicas usam, e elas costumam ser as que melhor sabem adaptar o ritmo. O que eu não posso prometer é prazo, e o curso não substitui o acompanhamento de um profissional quando ele for necessário.
O método fônico é o mais estudado do mundo e é o usado nos países que lideram os rankings de leitura. Não é novidade nem modinha: a ciência da leitura mostra isso há décadas.
Forçar é sentar a criança e exigir resultado. Aqui são vinte minutos de brincadeira por dia, no ritmo dela, e quando ela não estiver pronta para um degrau, você volta um. Quem sabe perceber isso é você, e o curso te mostra o que observar. Criança que aprende a ler brincando não se cansa de estudar, ela se cansa de ser cobrada.
Não. A escola ensina a mesma língua, com outra ordem. Na prática acontece o contrário: a criança que entende o som das letras em casa vai melhor na escola, porque para de decorar e passa a decodificar.
Não estragou nada. A criança aprende de novo com uma facilidade que assusta. Você vai só acrescentar o que faltou, o som, e ver a diferença em poucas semanas.
Vinte minutos. As aulas são curtas de propósito, de 3 a 12 minutos, para assistir enquanto o café passa. Não existe uma rotina de escola, mas os resultados são muito mais rápidos!
Digital, para você imprimir em casa quantas vezes quiser, para quantos filhos tiver.
Não. São gravadas e ficam disponíveis por 3 anos, para assistir no seu horário e quantas vezes precisar. Ao vivo é a comunidade no WhatsApp, com o professor Arthur acompanhando.
Serve, e foi feito para isso. Você compra uma vez, imprime o material quantas vezes quiser e usa com todos, cada um no seu tempo. Como cada filho é diferente, você vai adaptar o mesmo método ao jeito de cada um.
Você tem 7 dias para entrar, ver por dentro e pedir o dinheiro de volta se achar que não é para você. E se travar no meio, não trava sozinha: tem a comunidade e o professor do outro lado.

Acredite, eu também já me fiz essa pergunta várias vezes.
Eu não sou pedagoga e também não fiz faculdade de Letras. Não passei quatro anos estudando alfabetização antes de sentar ao lado da minha filha.
Eu fui uma mãe que queria entender como uma criança aprende a ler.
Então estudei o método, usei os materiais certos e segui a receita. Percebi que algumas coisas que pareciam brincadeira faziam uma diferença enorme depois, e que outras, que sempre foram vendidas como indispensáveis, só ocupavam o nosso tempo.
A Aurora leu aos quatro anos e meio.
Até aquele instante o mundo dela era cheio de símbolos que dependiam de um adulto. De repente ela descobriu que conseguia decifrá-los, e eu estava ali quando aconteceu.
Eu entendi que o método fônico é o melhor caminho. É o mesmo no mundo inteiro, estudado há décadas, e não muda. O que muda de casa para casa é a criança que está na cadeira do lado, e quem melhor a conhece é a mãe. Foi isso que eu fiz com a Aurora e agora estou fazendo com o Apolo.
E para você não precisar acreditar só em mim, eu não vim sozinha.
O professor Arthur Leite é professor de Letras, é quem dá aula para os meus filhos, e é ele quem explica, no curso, o que a língua está fazendo por trás de cada etapa.
O Arthur garante que o método está certo. Eu mostro como se ensina em casa.
E você, que conhece o seu filho como ninguém, faz a parte que ninguém mais pode fazer.
Você já tem a metade mais difícil. Falta o método, e ele está no Alfabetilar.